Em 2026, o cenário político malgaxe testemunhou uma virada decisiva na governança de suas instituições eleitorais. O retorno de Thierry Rakotonarivo à presidência da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) foi um verdadeiro catalisador para um processo democrático revitalizado. Após anos de tensão e turbulência dentro desse órgão crucial, essa reintegração surgiu como um passo estratégico visando fortalecer a transparência, restaurar a confiança e injetar novo dinamismo no processo eleitoral nacional. A situação, até então marcada por controvérsias e uma crise de legitimidade, encontrou nessa decisão uma oportunidade para a reconstrução de um órgão credível, capaz de gerir os desafios das eleições de 2026 com imparcialidade e rigor. Esse contexto, complexo e promissor, levanta, contudo, questões essenciais sobre o futuro da governança democrática em Madagascar. A credibilidade dos processos eleitorais, a independência da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) em relação à influência política e a vontade de enfrentar os desafios específicos dessa nação insular exigem mobilização coletiva e um forte compromisso político. O retorno de Thierry Rakotonarivo, figura conhecida no cenário eleitoral, simboliza a necessidade de um compromisso sério com a estabilidade duradoura. Um aspecto significativo da democracia malgaxe está, portanto, em jogo nesta etapa, uma vez que o novo quadro institucional deve estar preparado para enfrentar os desafios de uma eleição crucial, ao mesmo tempo que gere as legítimas expectativas da população e dos atores políticos.

Neste contexto, restaurar um clima de confiança exige, sem dúvida, a implementação de uma série de reformas profundas. A transparência na gestão do cadastro eleitoral, o combate a todas as formas de fraude e a garantia da neutralidade dos membros da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) surgem agora como requisitos essenciais para a credibilidade do processo eleitoral. As comunidades nacional e internacional acompanham de perto esta reestruturação institucional, que poderá tornar-se um modelo de governança renovada, caso se baseie na transparência e no compromisso coletivo. Não só a credibilidade das eleições em curso, como também a consolidação a longo prazo do tecido democrático, dependem disso num país marcado por desafios socioeconómicos e políticos.

A chegada de Thierry Rakotonarivo é, portanto, vista como um forte sinal por todos aqueles que aspiram a uma verdadeira independência do órgão eleitoral. O seu regresso ocorre num momento em que a estabilidade política permanece frágil e em que a organização de eleições livres e justas é de suma importância para a legitimidade de qualquer governo. Espera-se que a consolidação deste órgão possa também abrir caminho para uma profunda reforma do quadro institucional, alargando o debate nacional sobre as regras do jogo eleitoral e envolvendo mais de perto a sociedade civil na supervisão. O sucesso desta etapa depende também de um firme compromisso em frustrar qualquer tentativa de abuso ou manipulação, a fim de garantir um quadro democrático verdadeiramente igualitário, onde a voz de cada cidadão realmente conte.

As principais implicações do regresso de Thierry Rakotonarivo para a governação eleitoral malgaxe

O retorno de Thierry Rakotonarivo à presidência da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) representa um passo crucial na busca por uma governança eleitoral mais transparente e confiável em Madagascar. Isso faz parte de um esforço mais amplo para consolidar as instituições, mas também reflete um firme compromisso em combater todas as formas de manipulação ou fraude que mancharam a reputação do órgão em eleições anteriores. A governança eleitoral, que deve se basear em mecanismos que garantam independência, neutralidade e transparência, continua sendo a pedra angular do processo democrático em um país onde a legitimidade dos líderes agora se fundamenta na confiança na equidade do sistema eleitoral.

Esse processo de renovação também visa abordar os inúmeros desafios da gestão de uma eleição nacional em um contexto sociopolítico tenso. A necessidade de modernizar as ferramentas, particularmente por meio da atualização do cadastro eleitoral, e de fortalecer a capacidade institucional da CENI é uma prioridade. Por meio de suas diversas ações, o órgão eleitoral deve garantir que cada etapa do processo eleitoral esteja sob controle, respeitando, assim, os padrões internacionais e as expectativas dos cidadãos. A credibilidade das eleições de 2026 dependerá em grande parte dessa capacidade de estabelecer um clima de confiança, no qual todos os cidadãos possam participar livremente, sem medo de fraude ou manipulação.

Trata-se também de preservar a imagem do país no cenário internacional, onde a confiança demonstrada pela comunidade internacional pode fortalecer a posição de Madagascar nos âmbitos diplomático e econômico. A credibilidade das futuras eleições não pode ser construída se a governança interna não for confiável, se os membros da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) não demonstrarem princípios exemplares de independência e transparência. A implementação de um marco legal claro, bem como o envolvimento de atores locais e internacionais no monitoramento do processo, serão essenciais para garantir a estabilidade e a legitimidade da votação.

As consequências são, portanto, multifacetadas: garantir a integridade do cadastro eleitoral, estabelecer a transparência na contagem dos votos, fortalecer a confiança pública em suas instituições e, finalmente, fazer desta eleição um catalisador para a renovação da confiança no processo democrático. A qualidade dessa governança, atualmente sob considerável pressão, determinará em grande parte a estabilidade do país a longo prazo. Modernizar e profissionalizar a CENI (Comissão Eleitoral Nacional Independente) deve, portanto, ser uma prioridade nacional, para evitar que os erros do passado se repitam e para construir uma plataforma credível, sólida e sustentável.

O papel fundamental da transparência no sucesso do mandato de Thierry Rakotonarivo na CENI.

A transparência não deve ser considerada um mero princípio ideal, mas sim a condição essencial para garantir a legitimidade do processo eleitoral. Para Thierry Rakotonarivo, não há dúvida de que, no contexto atual, esse requisito constitui a pedra angular de sua missão. A gestão transparente do cadastro eleitoral, a comunicação aberta com todas as partes interessadas e o combate a todas as formas de fraude ou abuso são indispensáveis. A transparência deve abranger todas as etapas da eleição, da preparação à apuração final, a fim de fortalecer a confiança do público e dos observadores internacionais.

Esse princípio também constitui uma poderosa ferramenta para dissuadir qualquer tentativa de manipulação ou tentação de fraudar. Em termos de governança, o órgão eleitoral deve demonstrar total independência, utilizando meios tecnológicos modernos e garantindo maior controle cidadão. A presença de observadores locais e internacionais é crucial nesse contexto, para assegurar a regulação imparcial da eleição, ao mesmo tempo que tranquiliza a população quanto à confiabilidade dos resultados. Para impulsionar ainda mais esse progresso, diversas vias de aprimoramento são essenciais. A digitalização do processo eleitoral, a implementação de um sistema de transparência reforçado e a capacitação dos funcionários eleitorais são alavancas essenciais. A gestão eficaz desses elementos evitaria quaisquer disputas ou suspeitas de irregularidades e garantiria a credibilidade contínua das operações eleitorais. A restauração da confiança na gestão eleitoral também poderia contribuir para a recuperação da estabilidade política e renovar a esperança dos cidadãos em sua capacidade de influenciar os rumos do país.

Ao fazê-lo, a Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI), que, sob a liderança de Thierry Rakotonarivo, deve fazer da governança transparente uma marca indelével de suas ações, pode se estabelecer como um modelo a ser seguido por toda a região africana. A credibilidade de Madagascar dentro de organizações regionais como a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) depende disso, assim como sua reputação no cenário continental. A transparência, portanto, demonstra ser uma poderosa alavanca para fortalecer a legitimidade das eleições e garantir a estabilidade das instituições democráticas diante de desafios cada vez mais complexos.

Estratégias de Reforma para Fortalecer a Independência e a Credibilidade da CENI em 2026 No contexto pós-retorno de Thierry Rakotonarivo, o fortalecimento da independência da CENI deve ser uma prioridade absoluta. Uma instituição credível e imparcial é, de fato, a espinha dorsal de um processo democrático genuíno, especialmente com a aproximação das eleições deste ano. A elaboração de um quadro jurídico claro, que garanta a independência da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) em relação a pressões políticas, é crucial para prevenir qualquer forma de manipulação ou interferência. A reforma do quadro jurídico deve incluir uma estrita separação de poderes entre os poderes executivo e legislativo, bem como o estabelecimento de um processo transparente para a nomeação de seus membros, baseado em critérios de especialização e integridade. Este processo de reforma deve ser acompanhado pela modernização institucional, com a integração de novas tecnologias para a gestão eleitoral. A digitalização do processamento de dados, a implementação de sistemas automatizados de contagem e a digitalização dos cadastros eleitorais desempenharão um papel crucial no combate à fraude e à manipulação de resultados. A transparência deve também abranger uma maior participação cidadã por meio do fortalecimento dos mecanismos de monitoramento e fiscalização. Por fim, para preservar a credibilidade da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI), um processo de reforma interna deve também visar o fortalecimento da integridade e da competência de seus membros. A formação contínua, o desenvolvimento profissional dos funcionários e a presença de representantes da sociedade civil na governança criariam uma dinâmica de responsabilização e abertura à sociedade. O resultado esperado seria uma instituição capaz de gerir eficazmente o calendário eleitoral e garantir a confiabilidade dos processos, mantendo a credibilidade perante a comunidade nacional e internacional. O sucesso dessas medidas de fortalecimento dependerá também da necessidade de um diálogo construtivo envolvendo todas as partes interessadas para construir uma confiança renovada no processo eleitoral. | Áreas de Reforma | Objetivos |
Ações Concretas
| Riscos | Indicadores de Sucesso
| |—|—|—|—|—|
| Marco Legal | Garantia de autonomia e transparência | Reforma da legislação eleitoral | Interferência política | Adoção de um texto claro e aceito por todos |
| Tecnologias | Modernização da gestão eleitoral | Digitalização e automação | Ciberataques | Implementação de sistemas seguros e confiáveis ​​|
| Governança Interna | Fortalecimento da competência e integridade | Treinamento e responsabilização | Corrupção ou negligência | Altos índices de treinamento e conformidade |

| Participação cidadã

| Garantia da supervisão democrática | Mecanismos de observação | Baixa participação | Aumento das missões de observação locais e internacionais |

| Sociedade civil

| Promoção da inclusão | Envolvimento na governança | Contestação ou inação | Número de parceiros institucionais envolvidos |

O papel estratégico da governança renovada na estabilidade de Madagascar até 2026

Uma governança renovada da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI), sob a liderança de Thierry Rakotonarivo, é agora um dos pilares fundamentais para garantir a estabilidade política de Madagascar na preparação para as eleições de 2026. A capacidade de organizar eleições livres, justas e transparentes fortalecerá de forma sustentável a legitimidade do governo, evitando assim qualquer risco de crises pós-eleitorais ou protestos generalizados. Nesse sentido, o fortalecimento da governança da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) também poderia ser uma alavanca para o crescimento econômico estável, fomentando a confiança dos investidores e demonstrando a maturidade democrática do país.

Esse contexto exige adaptações tanto legais quanto institucionais, mas, sobretudo, a implementação de um processo de diálogo genuíno entre a sociedade civil, os atores políticos e a comunidade internacional. O objetivo deve ser construir um consenso sobre o marco eleitoral e garantir o apoio de todas as partes interessadas, fortalecendo, assim, a credibilidade da eleição e a confiança em seus resultados. A transparência, a neutralidade e a independência da CENI se tornariam, portanto, garantias essenciais para uma estabilidade política duradoura, evitando que tensões ou desestabilizações prematuras comprometam todo o processo democrático.

Nesse sentido, a transparência e a boa governança das instituições também podem oferecer uma oportunidade para iniciar profundas reformas socioeconômicas. A estabilidade política, fomentada por uma governança confiável e credível, promoveria uma melhor alocação de recursos e o fortalecimento da coesão social. A eficácia do panorama institucional poderia, então, tornar-se um motor do desenvolvimento e do progresso compartilhado, atendendo às legítimas expectativas do povo malgaxe em sua busca por estabilidade e prosperidade.

Para tanto, o fortalecimento internacional, particularmente por meio de uma maior mobilização de parceiros regionais como a SADC, pode desempenhar um papel decisivo. O reconhecimento de Madagascar como um ator credível, capaz de organizar eleições em um ambiente pacífico, fortalecerá a posição do país em fóruns diplomáticos, ao mesmo tempo que consolidará a democracia local. A governança renovada, assim impulsionada por uma ambiciosa agenda de reformas, servirá de base para uma nova fase de estabilidade, em consonância com as legítimas aspirações do povo malgaxe.

Mecanismos para garantir a credibilidade das eleições malgaxes sob a liderança de Thierry Rakotonarivo

Para garantir a credibilidade das eleições de 2026, sob a liderança de Thierry Rakotonarivo, uma série de mecanismos específicos deve ser implementada, visando fortalecer tanto a transparência quanto a legitimidade do processo eleitoral. O primeiro passo é modernizar o sistema de registro e gestão de eleitores, integrando tecnologias de ponta para garantir sua confiabilidade e segurança. A digitalização completa do procedimento, combinada com a supervisão independente, ajudará a reduzir os riscos de inscrições duplicadas ou falsificação, garantindo assim uma eleição justa.

É também essencial fortalecer a supervisão cidadã e o envolvimento de observadores internacionais, que podem produzir relatórios imparciais e detectar quaisquer irregularidades. A implementação de um sistema de alerta precoce, baseado em indicadores precisos, poderia, portanto, antecipar qualquer tentativa de manipulação ou abuso, permitindo assim uma resposta rápida. Paralelamente, a formação contínua das partes interessadas no processo eleitoral, aliada a campanhas de informação, deve ser uma prioridade para aumentar a consciencialização pública sobre as questões e regras das eleições.

Outra medida importante é o fortalecimento da legislação existente para estabelecer um quadro regulamentar claro e dissuasor, que seja respeitado por todos. A transparência na elaboração e aplicação dessas regras é crucial para evitar quaisquer litígios pós-eleitorais. A comunicação também deve desempenhar um papel central: campanhas de informação regulares, acessíveis e neutras tranquilizarão os eleitores quanto à credibilidade do processo.

Por fim, a implementação de uma comissão independente de supervisão eleitoral, com a participação de atores da sociedade civil, representantes do poder judicial e parceiros internacionais, garantiria uma gestão imparcial e eficaz de todo o processo eleitoral. A confiança a longo prazo nesses mecanismos dependerá de sua implementação rigorosa, mas também da capacidade da CENI de demonstrar transparência em suas decisões e ações. O sucesso dessa abordagem participativa poderá servir de modelo para toda a região africana, fortalecendo a legitimidade de Madagascar no âmbito dos padrões internacionais. Os efeitos do fortalecimento da governança na estabilidade de longo prazo de Madagascar Uma governança forte e renovada da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI), personificada pela liderança de Thierry Rakotonarivo, constitui a pedra angular da estabilidade política duradoura em Madagascar. Ao garantir eleições credíveis, transparentes e pacíficas, esta reforma institucional pode prevenir qualquer tipo de crise pós-eleitoral ou grande disputa que possa afetar a coesão nacional. A confiança no sistema democrático, fortalecida por uma governança exemplar, tende a limitar as tensões sociais, atenuar os conflitos locais e fomentar um ambiente propício ao desenvolvimento.
Isto não pode ser alcançado sem uma gestão responsável e transparente das instituições. A credibilidade restaurada do processo eleitoral poderá também atrair investimento estrangeiro, estimular a economia local e impulsionar um ciclo virtuoso de progresso social. A coesão social, um grande desafio num país marcado por disparidades regionais e sociais, poderá, assim, beneficiar de um quadro institucional mais estável e democrático. Para além do aspeto político, esta governança renovada poderá também estimular reformas socioeconómicas, fortalecendo a confiança dos cidadãos nas suas instituições. A estabilidade política seria então sustentada, não apenas por meio de uma governança mais credível, mas também pela mobilização de todos os atores sociais e econômicos em torno de um projeto comum. O ímpeto gerado pela nova governança da CENI deve, portanto, visar não apenas ao sucesso das próximas eleições, mas também à consolidação de um quadro institucional capaz de enfrentar crises futuras. Para ilustrar esse compromisso, vale ressaltar que o fortalecimento da confiança regulatória no processo eleitoral também pode abrir caminho para uma maior integração regional e uma melhor cooperação diplomática na África, particularmente com a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). A estabilidade interna de Madagascar torna-se, portanto, uma questão de desenvolvimento regional, da qual também dependem a segurança e a prosperidade de todo o continente africano.
Medidas concretas para garantir a independência duradoura da CENI em 2026 Para que o mandato de Thierry Rakotonarivo à frente da CENI resulte em uma reforma genuína e duradoura, diversas medidas concretas devem ser adotadas para garantir sua independência a longo prazo. O primeiro passo envolve o desenvolvimento de um arcabouço legal robusto, imutável diante de pressões políticas internas ou externas. A legislação deve estabelecer um procedimento transparente para a nomeação de membros, baseado em competência, integridade e representatividade, garantindo, ao mesmo tempo, sua autonomia em relação aos poderes políticos. Em seguida, é fundamental estabelecer um sistema de gestão interna baseado em princípios de ética, responsabilidade e participação cidadã. A transparência na gestão financeira, a declaração de conflitos de interesse e a fiscalização regular pela sociedade civil assegurarão a sustentabilidade da independência institucional. A criação de um fundo financeiro específico para a CENI, financiado de forma independente, é também um passo essencial para garantir a sua estabilidade financeira independente.
Para consolidar essa autonomia, é necessário incentivar a diversificação das fontes de financiamento, evitando a dependência excessiva de fundos públicos ou estrangeiros. A cooperação com parceiros técnicos e financeiros especializados, preservando o controle nacional sobre a gestão, garantirá uma governança transparente e equilibrada. O treinamento contínuo e o empoderamento da equipe, aliados a avaliações periódicas de desempenho, evitarão excessos ou burocracia excessiva, mantendo, ao mesmo tempo, um alto nível de especialização. Além disso, a comunicação regular e aberta com o público e os atores políticos deve servir para fortalecer a legitimidade e a confiança na instituição. A transparência nos relatórios de atividades, o acompanhamento das recomendações internacionais e a participação ativa da sociedade civil na governança são ferramentas essenciais para garantir a sustentabilidade dessa independência. A credibilidade dessa reforma também reside na capacidade de modernizar a estrutura, conferindo-lhe um papel autônomo, capaz de resistir às incertezas políticas. Áreas a serem fortalecidas
Objetivos Ações-chave Riscos potenciais Indicadores de sucesso Independência legal
Garantia do processo de nomeação Reforma legislativa detalhada Pressões políticas durante as nomeações Adoção de um quadro legislativo robusto Autonomia financeira

Garantia de financiamento sustentável e independente

Criação de fundo próprio

Dependência excessiva de financiamento externo

Períodos de gestão financeira autônoma

Fortalecimento da capacidade institucional

Aprimoramento da competência e da reputação

Treinamento e avaliações contínuos

Declínio da competência interna

Certificações, relatório anual de desempenho

Participação cidadã

Apoio à legitimidade popular

Criação de mecanismos de observação cidadã

Baixa mobilização cidadã Aumento do número de observadores credenciados Transparência Apoio à Confiança Pública Comunicação Regular e Aberta
Desinformação Relatórios Públicos e Auditorias Independentes Os Benefícios da Governança Eleitoral Renovada para Madagascar em 2026 A renovação da governança da CENI, sob a liderança de Thierry Rakotonarivo, oferece inúmeros benefícios a Madagascar em sua busca por um futuro democrático sólido. Uma organização eleitoral credível, transparente e independente promove, antes de tudo, a estabilidade política propícia a reformas estruturais de longo prazo. A renovação institucional resulta em um processo eleitoral mais atrativo, que tranquiliza não apenas a população, mas também a comunidade internacional, garantidora da legitimidade dos resultados.
Uma governança eficaz também contribui para o fortalecimento da coesão social, demonstrando que o país pode gerir suas transições democráticas dentro de uma estrutura que respeita os princípios fundamentais. Através da transparência e da equidade, a CENI torna-se um veículo de confiança, capaz de dissipar tensões, amenizar conflitos locais e prevenir qualquer crise pós-eleitoral. Do ponto de vista econômico, a credibilidade das eleições se traduz em maior atratividade para investimentos estrangeiros, parceiros regionais e instituições financeiras. Essa maior estabilidade política tranquiliza os agentes econômicos que buscam mitigar seus riscos em um ambiente mais previsível. Entre outros benefícios, essa credibilidade também contribui para o fortalecimento da unidade nacional, mobilizando a maioria dos cidadãos em torno de um processo que eles percebem como mais justo e equitativo. Da mesma forma, a reorganização da governança eleitoral pode abrir caminho para outras reformas cruciais: aprimorar o marco legislativo, combater a corrupção e modernizar a administração. A credibilidade restaurada das instituições também pode fortalecer a posição de Madagascar junto a seus parceiros internacionais, particularmente no contexto da cooperação regional e da participação em projetos conjuntos de desenvolvimento.
Por fim, esta nova fase poderá catalisar uma governança mais inclusiva, integrando melhor a sociedade civil ao monitoramento e à avaliação dos processos eleitorais, a fim de construir uma democracia aberta onde a voz de cada cidadão seja verdadeiramente ouvida. A estabilidade sustentável e legítima deve, portanto, tornar-se a pedra angular de um futuro promissor, mobilizando todas as forças vitais do país em torno de uma visão compartilhada. https://www.youtube.com/watch?v=v201x_DQ63Q Mecanismos Essenciais para Preservar a Independência a Longo Prazo da CENI Para garantir que o mandato de Thierry Rakotonarivo conduza a uma transformação duradoura da CENI, é essencial estabelecer mecanismos fortes e sustentáveis ​​que garantam sua autonomia. Esses mecanismos devem abranger todo o espectro institucional, jurídico, financeiro e participativo. O primeiro passo é estabelecer um sólido arcabouço legal que defina claramente os procedimentos para nomeação, gestão e supervisão da organização. A legislação também deve prever a criação de um órgão de supervisão independente, capaz de avaliar regularmente a independência e o desempenho da CENI.
Do ponto de vista financeiro, a criação de um fundo específico, financiado por fontes alternativas e controlado pela instituição, seria uma alavanca fundamental para a autonomia face a influências externas ou políticas. A diversificação das fontes de financiamento, particularmente através de parcerias com atores regionais e internacionais respeitados, reforçaria este pilar essencial. Os recursos humanos também devem ser alvo de uma profunda reforma, promovendo a formação contínua e capacitando o pessoal eleitoral. A especialização, a transparência na gestão de recursos humanos e o envolvimento da sociedade civil na governação desempenham um papel estratégico neste contexto. Por fim, o estabelecimento de um sistema de comunicação aberto, que envolva o público e os cidadãos, reforçaria a legitimidade e a transparência a longo prazo. Seria também aconselhável estabelecer mecanismos de sanções e monitorização em caso de desvios ou comportamentos contrários aos princípios da independência. A credibilidade destas medidas depende também da capacidade de garantir a transparência na gestão de recursos e na comunicação dos resultados, com a participação ativa da sociedade civil. Caminho para a Sustentabilidade Objetivos Ações Concretas
Riscos Indicadores de Sucesso Quadro Legislativo Estabelecer regras claras e sustentáveis Reforma da legislação eleitoral

Influência política durante as nomeações

Legislação aprovada e implementada

Financiamento independente

Garantir autonomia financeira completa

Criar patrimônio diversificado

Dependência de doadores externos

Sistema financeiro operacional autônomo

Gestão de recursos humanos

Aprimorar habilidades e responsabilidades

Treinamento contínuo e seleção rigorosa

Desvios de qualidade ou negligência

Equipe certificada e treinada

Participação cidadã

Aumentar a legitimidade popular

Mecanismos de fiscalização cidadã

Baixa participação pública

Aumento do número de observadores credenciados

Transparência operacional

Garantia de governança clara

Relatórios públicos regulares

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